Primeiro Palmeiras do centenário joga no 4-2-3-1

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Assim como na reta final da Série B ano passado, o Palmeiras começa o ano jogando no 4-2-3-1, com praticamente o mesmo modelo e jogo da campanha de retorno.

No segundo semestre, Gilson Kleina solidificou um 4-3-1-2 que privilegiava Valdívia, confortável no papel de homem de último passe para as investidas de Leandro, Luís Felipe e Kardec. Wesley, quase um meia, era quem cuidada da ligação e Charles era o elemento surpresa quando o time não conseguia sair da marcação adversária.

Kleina mudou justamente quando perdeu Valdívia. Com Ananias e Serginho pelos lados, o Palmeiras passou a jogar no 4-2-3-1 privilegiando a posse de bola e a movimentação dos meias pela obrigação de ser ofensivo na reta final da segunda divisão.

Contra o Linense não foi diferente: os desfalques de pré-temporada fizeram Kleina novamente armar um 4-2-3-1 com homens rápidos pelos lados (Diogo e Mazinho) e Wesley posicionado na criação central. Serginho foi improvisado na lateral. O Linense foi no mesmo 4-2-3-1, mas retraído e esperando o contragolpe com João Paulo, que não voltava como Fernandinho.

Espetado no campo adversário, o Palmeiras não achou espaço, apesar das boas jogadas na direita, onde Diogo e Kardec invertiam e Wesley chegava para tabelar com o camisa 17. Faltou finalização certa, nas vezes que não foi travada por Thiago, volante mais plantado do time do interior.

Se a jogada não saia, o Palmeiras voltava a bola para Henrique e Tiago Alves tocarem atrás. Era assim no ano passado, principalmente no Pacaembu, onde a postura avançada do time nem sempre garantia segurança na linha defensiva.

Segurança que novamente não aconteceu no gol do Linense. O gol só oficializou a necessidade de um passe mais qualificado no último quarto de campo. Kleina trocou Tiago Alves por Felipe Menezes, recuou Wesley e acelerou os ataques do Palmeiras.

Já no segundo tempo, a virada veio, mas com um 4-2-3-1 mais assimétrico, onde Henrique abria pela direita para liberar Serginho definitivamente pelo meio e Renato cobria Juninho. Os gol vieram em jogadas individuais pela esquerda, algo que faltou na primeira etapa. E o time voltou a manter a posse de bola para segurar o resultado.

Na teoria, o ano mais importante da história do Palmeiras começa bem: planejamento, manutenção de técnico e elenco nivelado que ainda pode receber alguns nomes. No campo, a torcida ainda terá que esperar mais alguns jogos para ver a cara desse time no primeiro semestre.

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