Entrega do Palmeiras ao esquema tático foi decisiva no clássico

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Na coletiva pós-jogo, Gilson Kleina ressaltou a importância da entrega de seus jogadores ao esquema tático, algo que sobrou no animador primeiro clássico da equipe centenária.

Kleina manteve o 4-2-3-1 de 2014 no Palmeiras: movimentação dos meias, marcação compacta e Kardec voltando bastante na direita para dar liberdade para Valdívia acionar Wesley, Leandro ou Mazinho na transição, ponto alto da equipe.

O 4-2-3-1 de Muricy tentou ser forte pelo flanco e liberar Ganso de atribuições defensivas junto a Luís Fabiano. Maicon muitas vezes recuava para fazer a saída entre os zagueiros – a famosa “saída de três”.

Até os 20 minutos o São Paulo sufocou e ganhou a primeira bola no meio-campo. Até aí, Ganso era bem mais participativo no combate a Wesley, principal jogador da transição palmeirense e que, sem espaço, obrigou Lúcio e Wellington a abusarem das ligações diretas.

O Palmeiras acertou a marcação, Valdívia passou a se movimentar mais – inclusive recuando junto a Wesley – e o time atacou muito pelos flancos, na esquerda com Juninho, Leandro e Wesley ou na direita com Wendel e Valdívia, de onde veio o gol em falta sofrida e convertida pelo camisa 10.

E continuou dando Palmeiras, controlando o jogo marcando em sua intermediária e acionando o camisa 11 no contra-golpe, ou recuperando a bola e tocando para trás: observe que o time evita apressar o jogo quando está com a vantagem no placar: estratégia.

Sem opções, Muricy viu sua equipe apresentar ainda mais apatia. Ganso sumiu, Luís Fabiano não recebeu nada e Ademílson e Osvaldo não funcionavam, já que o Palmeiras sempre dobrava a marcação: Kardec e Mazinho protegiam Wendel, Leandro voltava com Juninho, que tinha a cobertura de Marcelo Oliveira.

Nem as entradas de Jadson e Ewandro surtiram efeito. O Tricolor tentou pressionar, mas parou nas atuações inviduais de Lúcio, Wellington e Oliveira, atentos e precisos no rebote. O 4-2-3-1 do Palmeiras já tinha Valdívia mais avançado e Kardec voltando bastante pela direita quando o pênalti praticamente encerrou o clássico.

Os 100% na temporada e um grande desempenho num clássico animam, principalmente levando em consideração as opções no elenco que há muito tempo não vinham. O ano do centenário começa bem.

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