Oscar e Torres, peças importantes no 4-2-3-1 do Chelsea

Ambos são criticados em seus times e seleções. Torres demorou a ter um bom desempenho e gol no Chelsea. Outros não entendem como Oscar é titular no lugar de Mata.

Mas o que o 2×1 do Chelsea para cima do City e outros jogos mostram é que, na execução do 4-2-3-1 do Chelsea (e também na seleção de Scolari), ambos são peças fundamentais e titulares incontestáveis do esquema.

O City mudou: abdicou do ofensivo 4-4-2 adotado em outros jogos para um 4-2-3-1 com Touré de meia central. Mesmo assim, manteve a dinâmica de ultrapassagens e jogadas de linha de fundo.

Foi assim que envolveu o Chelsea nos primeiros 30 minutos com 5 chutes a gol e até 66% de posse de bola. Principalmente na direita, onde Silva e Nasri se uniam para cima de Ivanovic.

Mas o 4-2-3-1 de Mourinho defende bem com duas linhas de 4 e conseguiu atacar a partir dos 30 minutos, sempre na mobilidade dos meias. Schurrle, Oscar e Hazard invertiam, trocavam e tinham a companhia de Torres, que passou a se movimentar muito mais depois dos 30 minutos.

Foi assim que saiu o gol, quando Torres inverteu com Schurrle pela direita e confundiu a defesa do City. Gol quando o Chelsea já era melhor no jogo.

No segundo tempo, o Chelsea encontrou dificuldades. No primeiro momento, o City colocou velocidade no jogo e Aguero aproveitou sua explosão e linha defensiva do Chelsea para empatar em golaço.

Depois, Pellegrini adiantou os meias para marcar a saída de bola do Chelsea e ganhou o meio-campo. Assim, prendia Ramires e segurava Cole e Ivanovic, obrigando Oscar a voltar, sem sucesso.

Já com Navas, o City ganhou velocidade na ponta, no lugar do apagado Nasri, e com Touré atrás depois da entrada de Kolarov ocupou bem o campo de ataque, chutou 15 vezes (contra 12 do Chelsea) mas nada furou as 2 linhas do time azul de Londres.

O empate parecia consolidado até o gol de Torres que explodiu o Stamford Bridge e faz parte da estratégia do Chelsea com Mourinho: contra-golpe forte, 2 linhas na defesa e troca de posição entre os meias, com Ramires mais cesso no apoio e Lampard mais recuado.

Oscar, criticado aqui e lá, é um meia moderno que se movimenta, abre, circula o campo e pressiona sem a bola. Peça importante para Mourinho e Scolari e que já deixa o vice-líder Chelsea muito forte.

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