PSG taticamente ótimo – e com Lucas de winger

O novo rico PSG, sob os olhos de Leonardo e Beckham, conseguiu grande resultado ao bater o Valencia, em ascensão desde a chegada do técnico Ernesto Valverde, ao vencer o time espanhol por 2X1 no Estádio Mestala. A atuação de Lucas – como winger direito, marcando o lateral Guardado, puxando contra-ataque e arrancando da direita para o centro – é a boa novidade do jogo.

Carlo Ancelotti montou o PSG em duas linhas de 4 muito próximas entre si, acionando Lavezzi – melhor da partida com muita movimentação e autor do primeiro gol – e Ibra. Proposta muito clara do PSG, no 4-4-2: fechar espaços do Valencia e sair rápido com Lucas e Pastore pelos lados. Deu certo no primeiro tempo, mesmo com menor posse do PSG. Lucas e Lavezzi procuravam o jogo e os volantes seguraram atrás – Verrati se encontrou após 15 minutos do jogo e passou a dar seus costumeiros bons passes. Já o Valencia de Valverde foi apático no 4-2-3-1: tocando muito a bola mas sem nenhuma objetividade e movimentação, Soldado não recebia bolas e a defesa, desorganizava, dava muitos espaços. 2X0 para o PSG no primeiro tempo, em grandes jogadas de Lavezzi e Lucas.

Valencia PSG

No segundo tempo, Valverde lançou Canales no lugar do apagado Jonas e Valdez, levando o time a um 4-4-2 mais vertical, mas ainda com problemas na criação. Ancelotti se manteve fiel aos seus princípios e respondeu com Chantome no lugar de Lucas, para vigiar Canales e as subidas de Guardado. Mesmo com inicial pressão, o Valencia chegou perto, mas não no gol de Sirigu, já que o PSG se manteve compacto e rápido na saída. Foi em contra-ataque que Ibra e Lavezzi quase ampliaram. Sem alterativas, o Valencia partiu para o abafa na área e marcou com Rami.

PSG Valencia 2

Ibrahimovic, em lance irresponsável, foi expulso o duelo de volta, em março, pega fogo. O favoritismo continua com o PSG, mas se o Valencia entrar mais ligado pode aproveitar a falta do goleador sueco. Mesmo assim, o PSG começa a ter uma alma – muito em função de Ancelotti – e promete surpreender. A Europa já faz bem a Lucas, agora winger: participativo, recompõe e marca o lateral adversário, mas não perdeu as arrancadas e os dribles, agora em função do time – já são 4 assistencias em 7 jogos. O PSG e o futebol brasileiro agradecem.

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